quarta-feira, 19 de março de 2014

Hotéis de primeira classe no Brasil - Il Campanário x Copacabana Palace




 A infraestrutura hoteleira no Brasil ainda não é adequada, um grande número  dos hotéis estão sucateados, então poderíamos esperar bons serviços destes estabelecimentos. No entanto, não é o que ocorre, tanto os serviços prestados  como as  instalações carecem de melhorias.

Nos hotéis de primeira classe o cenário acima apresentado é um pouco diferente, estes são estruturados, revitalizados e organizados, afinal a arquitetura e estética fazem parte do pacote primeira classe. Neste tipo de hotelaria, quase tudo é pensado para fazer com que o hóspede visualize e sinta que o lugar é luxuoso. Ainda, referente a prestação de serviços, nestes são oferecidos uma variedade  e exclusividade de serviços.

Comparação dos hotéis:

Recentemente, em janeiro de 2014, nos hotéis Il Campanário (Florianópolis) e Copacabana Palace (Rio de Janeiro) foram realizadas visitas, que chamaremos de hospedagem "especializada". A primeira impressão destas hospedagens foi  que apesar dos hotéis serem de categorias parecidas, um resort e outro hotel 5 estrelas,  o diferencial sempre será a qualidade dos serviços.

No resort Il Campanário - as instalações do hotel são satisfatórias,  os ambientes sociais são bonitos. No entanto, o serviço de estacionamento deixa a desejar, todo o operacional do hotel não ofereceu presteza e hospitalidade, apenas cumpriram suas funções. Ficou evidente que capacitação sobre o tema atendimento é essencial para que este hotel ofereça a hospedagem que a sua classificação demanda .

Copacabana Palace - a arquitetura do hotel é maravilhosa, clássica e moderna ao mesmo tempo.  Além disso, existe uma variedade de serviços que são prestados com excelência, a maioria dos funcionários foram prestativos e quiseram  atender todos os pedidos dos hóspedes (hospitalidade).  Apesar infraestrutura física deste hotel ser maravilhosa, o que mais impressionou foi o atendimento de qualidade.

Portanto, a interdependência entre prestação de serviços e infraestrutura dos hotéis é fundamental na hotelaria, ambos precisam ter qualidade, para satisfazer as necessidades dos hóspedes.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Guest Post Perspectivas econômicas 2014 - EUA, Copa do Mundo e Eleições

   2014 será um ano bastante emblemático para a economia brasileira, basicamente três fatores marcarão nossa trajetória no próximo ano: EUA, Copa do Mundo e Eleições. 
   Acredito que logo no primeiro semestre do próximo ano o FED – Banco Central Americano – deverá cortar gradativamente os incentivos monetários (QE3) às empresas, estes incentivos foram adotados pelo FED na tentativa de aquecer a economia frente à crise de 2008 e, isso vai forçar estas empresas a se financiarem utilizando taxas de juros normais de mercado, como os EUA é uma economia bastante solida – apesar da crise de 2008 – este fato irá atrair os investimentos que estão alocados ao redor do mundo, de volta pra lá, porque irão lucrar mais. Esse movimento de fuga de capitais irá provocar a desvalorização do real frente ao dólar, o que deverá pressionar a inflação provocando distorções no planejamento das empresas e a corrosão do poder de compra dos salários. Como medida de contenção o Banco Central elevará a taxa básica de juros encarecendo os financiamentos para as empresas e famílias e, com isso provocando efeitos colaterais na atividade econômica, fazendo com que o PIB cresça a nível inferior do que sua capacidade de crescimento em condições normais. Este fato será um divisor de águas para a corrida presencial de 2014.
   Por outro lado, o advento da copa do mundo poderá ser um fator importante para o Brasil e para o Governo Dilma Rousseff próximo ano, no sentido de amortecer as conseqüências negativas de uma desvalorização muito forte do Real frente o Dólar. Basicamente são dois os motivos para isso: primeiro, a entrada muito grande de turistas irá provocar um processo de valorização do Real, exercendo força contrária e estabilizadora do câmbio em relação ao possível corte de subsídios americanos pelo FED, o segundo será a entrada de investimentos relacionados a Copa do Mundo que também ajudará a estabilizar a taxa de câmbio, e aliviar a pressão inflacionaria. Os investimentos que foram destravados pelo Governo Federal este ano e que começarão a ser executados em 2014 – como as concessões à iniciativa privadas dos aeroportos do Galeão e Confins, da rodovia BR-163/MT e do campo de Petróleo de Libra – também ajudarão ao processo anterior na direção de frear a aumento da inflação e elevar sensivelmente o crescimento do PIB. Outros programas do Governo como o “minha casa minha vida” que são investimentos forçados, também funcionarão como freio a inflação, uma vez que as famílias serão obrigadas a pagar suas prestações e consequentemente reduzirão gastos supérfluos. 
   O cenário político possivelmente se alterará em 2014, devido uma série de fatores que poderão acontecer do inicio do ano até as eleições, tais como: novos e violentos protestos, discurso forte da oposição, gastos incontroláveis do Governo, possível perda do nosso “rating” atual, etc.   
Este penúltimo fator – gastos do Governo – também pressionará a inflação juntamente com a desvalorização cambial provocada pelo corte de subsídios do FED. Neste aspecto a entrada de dólares provocada pela Copa do Mundo, mais as restrições de consumo interno das famílias poderão não ser suficientes para estabilizar o câmbio e trazer a inflação para o centro da meta, restando como alternativa ao controle da inflação e a desvalorização cambial novamente o aumento da taxa básica de juros pelo Banco Central, o problema é que esta medida desestimula o já insignificante processo de retomada dos investimentos iniciados este ano e, elevará consideravelmente a “dívida pública”. Neste cenário o risco de perda do “rating” é iminente.
   Contudo, para o próximo ano, ainda acreditamos em um crescimento de aproximadamente 2,10% no PIB, com taxa Selic em torno de 10,75% ao final do ano, inflação em torno de 5,8% e câmbio em torno de R$ 2,4. 
   Portanto! Acredita-se que 2014 será um ano de enorme instabilidade econômica, política e social, com muitas variáveis contraditórias agindo fortemente. O mundo estará olhando para nós mais do que nunca, e isso demandará uma habilidade tremenda da Presidente Dilma Rousseff em termos de estabilidade econômica. Mas também não será um ano catastrófico. O que isto reflete para as Micro e Pequenas Empresas? Um cenário como este que mostramos demandará um significativo controle financeiro, com intuito de reduzir a dependência destas empresas aos grandes bancos na tomada de “capital de giro”, disciplina, governança, retenção de talentos, pesquisas de mercado para selecionar os melhores fornecedores, cursos de capacitação em atendimento ao cliente e, principalmente observar daqui pra frente quais os setores da economia que estão se expandindo e quais deverão se contrair nos próximos anos, para que os empresários de cada setor possam tomar decisões mais embasadas e corretas.

Autor: Magno Xavier Silva/Economista-chefe da MAGNO Consultores de Resultado
https://www.facebook.com/magnoconsultoresderesultado

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES - 2013

Para esta pesquisa “Competitividade é a capacidade de um país de criar condições para que as empresas e organizações nele instaladas produzam o maior bem-estar possível para seus cidadãos e para que o façam crescer ao longo do tempo em relação ao dos cidadãos de outros países.” (FIESP, 2013)




O ambiente de negócios no Brasil poderia ser melhor, mas as elevadas taxas de juros e spread limitam o crédito. Isso, combinado com a alta e crescente carga tributária, desestimula o investimento da Formação Bruta de Capital Fixo- (FBCF) - (FIESP, 2013)¹.

O FBCF é conceituado como um - “indicador que mede o quanto as empresas aumentaram os seus bens de capital, ou seja, aqueles bens que servem para produzir outros bens. São basicamente máquinas, equipamentos e material de construção. Ele é importante porque indica se a capacidade de produção do país está crescendo e também se os empresários estão confiantes no futuro” (IPEA, 2004).

Ainda, o investimento em pesquisa e desenvolvimento é um setor que necessita de melhorias. Desta forma, o apoio do governo e dos empresários brasileiros é de fundamental importância. O resultado desta situação, aparece nas exportações de bens de alta tecnologia e de serviços tecnológicos é muito baixa em relação aos países Q1¹.

Por outro lado, nesta pesquisa foi relavado que houve o aumento recente dos investimentos em educação e reflete-se lentamente em melhores níveis de alfabetização e escolaridade¹. 


O setor de turismo no Brasil pode refletir sobre estes dados. Os investimentos dos hoteleiros e todos os empresários do turismo, poderiam estar voltados sobre pesquisa e desenvolvimento, para a elaboração de serviços e produtos turísticos mais competitivos em relação as outras nações.






domingo, 17 de novembro de 2013

Bens Culturais de Natureza Imaterial - IPHAN




Bens Culturais de Natureza Imaterial - O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN


Para atender o reconhecimento e à preservação de Bens Culturais Imateriais, o IPHAN coordenou os estudos que resultaram na edição do Decreto nº. 3.551, de 04/08/2000 - que instituiu o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial e criou o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI) - e consolidou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INCR).

Conheça o Inventário Nacional de Referências Culturais – INRC:

Pará - PA:
Ilha de Marajó
Círio de Nossa Senhora de Nazaré
Tacacá - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Farinha de Mandioca – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Cuias de Santarém – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Festividades de São Sebastião na Ilha de Marajó
Carimbó na Microrregião do Salgado Paraense

Tocantins - TO
Porto Nacional
Natividade

Acre - AC
Município de Xapuri

Pernambuco - PE
Comunidades Quilombolas de Pernambuco
Frevo
Feira de Caruaru

Bahia - BA
Rotas da Alforria: Trajetórias das Populações Afrodescendentes
Museu Aberto do Descobrimento
Cerâmica de Rio Real - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Festa de Santa Bárbara - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Ofício de Baiana de Acarajé - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Rio de Contas

Rio Grande do Norte - RN
Referências Culturais do Seridó Potiguar

Piauí - PI
Comunidades Quilombolas de 17 municípios do Piauí
Arte Santeira do Piauí

Maranhão - MA
Tambor de Criola
Alcântara
Bumba-Meu-Boi/MA – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Centro Histórico de São Luís

Mato Grosso do Sul - MS e no Mato Grosso - MT
Viola de Cocho - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Região do Erval Sul - Mato-Grossense
Região do Bolsão Sul - Mato-Grossense

Distrito Federal - DF
Feiras do Distrito Federal

Goiás - GO
Festa do Divino de Pirenópolis
Mapeamento da Caçada da Rainha 
Vila Boa de Goiás

Rio de Janeiro - RJ, no Espírito Santo - ES e em São Paulo - SP
Jongo - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular

Espírito Santo - ES
Ofícios de Paneleira de Goiabeiras
Comunidades Quilombolas do Norte do Espírito Santo

Minas Gerais - MG
Comunidades Atingidas pela Usina Hidrelétrica de Irapé – CEMIG
Cerâmica de Candeal – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Modo de Fazer Viola de 10 Cordas 
Comunidade São Francisco
Modo Artesanal de Fazer Queijo Minas
Mapeamento Documental do Estado de Minas Gerais
Linguagem dos Sinos nas Cidades Históricas Mineiras

Rio de Janeiro - RJ
Matrizes do Samba Carioca – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Saberes Tradicionais sobre Fitoterapia - Rede Fitovida / Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Terreiros de Candomblé do Estado do Rio de Janeiro
Festas Maranhenses do Divino Espírito Santo – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Venerável Irmandade de São Benedito de Angra dos Reis

São Paulo - SP
Bairro do Bom Retiro

Paraná - PR
Município da Lapa

Santa Catarina - SC
Quilombo São Roque
Quilombo Invernada dos Negros
Base Luso-Açoreana no Litoral Catarinense
Sertão de Valongo

Rio Grande do Sul - RS
Mbyá-Guarani em São Miguel Arcanjo
Sítio Histórico de Porongos
Produção dos doces tradicionais pelotenses

Fonte: http://portal.iphan.gov.br

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Serra Gaúcha - Enoturismo

As belas paisagens e a forte herança cultural são as principais características da Serra Gaúcha no sul do Brasil. A região foi colonizada por italianos e alemães, história que pode ser observada sua arquitetura, em seu povo e na economia.

Um das principais atividades da região é a produção de vinho que segundo o  site da Secretaria de Turismo do Rio Grande  do Sul:  “O vinho surge em uma paisagem nobre, percorre vales cobertos por videiras, acompanhando a paisagem da serra gaúcha e frutifica das mãos dos descendentes de imigrantes italianos, que encontraram aqui um chão fértil e apropriado para a elaboração de vinhos de altíssima qualidade.”

São dezenas de vinícolas no Rio Grande do Sul, que podem ser visitadas através de agendamento. A experiência é inesquecível, na visita você conhece o processo de produção, as instalações e degustar diferentes tipos de vinhos. No roteiro você pode comprar vinhos reconhecidos nacionalmente. Veja a lista:



Visite a  Serra Gaúcha!