Analisamos o Portal da Transparência
do Governo Federal, no item convênios por órgão concedente do Ministério do
Turismo, período de 1996 até 13/05/2013, neste foi verificado que os cinco estados
que mais receberam verbas, totalizaram a marca de R$ 3.464.391.551,11 bilhões. Os
estados e recursos acima citados são São Paulo - R$ 865.160.562,68, Distrito
Federal - R$ 839.329.184,97, Ceará - R$ 720.348.869,23, Pernambuco - R$ 538.269.134,94,
Minas Gerais - R$ 501.283.799,29.
O curioso é que a soma de todos os recursos
liberados para os 28 estados do Brasil foi de R$ 7.538.461.989,74 bilhões, sendo
assim, um pouco menos da metade de todo o dinheiro investido no desenvolvimento
do turismo do país ficou concentrado em apenas cinco estados. Quais os critérios
adotados para a distribuição destes recursos? Será que o método foi a falta de
critérios?
A administração pública burocrata é
propícia para que a democracia transforme-se em politicagem. Não entraremos no
mérito de quem deveria receber os recursos, no sentido de que seriam os estados
que tem potencialidade turística ou os governos que já lidam com demanda
turística, a questão é: Será que estes os 5 estados que mais receberam os recursos
foram privilegiados?
Na pesquisa da FIPE - Tabela - Destinos
mais Visitados nas Viagens Domésticas – 2010/2011, as 10 cidades mais visitadas
foram: São Paulo – SP, Rio
de Janeiro – RJ, Salvador – BA, Fortaleza – CE, Brasília – DF, Recife – PE, Natal
– RN, Curitiba – PR, Florianópolis – SC, Belo Horizonte – MG, Goiânia – GO. Coincidência “ou não” todos os destinos mais “incentivados”
pelo MTur, ganharam no quesito de
competitividade diante dos outros que ganharam menos recursos.
Tirem suas próprias conclusões:
Politicagem ou democracia? Policagem foi escrito primeiro, na conclusão do post.
Fonte:

