segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Menos de 1000 dias para COPA 2014. Planejamento Turístico?



Uma pesquisa realizada em 2010 com 4.835 entrevistados face a face na África do Sul, pela Fundação Getúlio Vargas e o Ministério do Turismo, revelou que os turistas que irão freqüentar a próxima copa do mundo no Brasil são exigentes. Conforme o MTUR 83% são homens, 86% têm nível de escolaridade superior, renda média de R$ 23,4 mil e que a maioria (70%) tem idade entre 25 e 44 anos.

Os turistas pesquisados pernoitaram em média mais de 18 dias, 80% destes praticaram algum tipo de turismo adicional entre três a quatro cidades, mais de 50% ficaram em hotéis. Tiveram um gasto médio R$ 11.400,00 (excluindo passagens aéreas). Outro dado positivo foi que 80% destes turistas ainda não visitaram o Brasil.

Visitando o site do ministério do turismo não é possível ver claramente as ações sobre o planejamento turístico relacionado à Copa 2014 no Brasil, apesar do ministério ter um modelo de gestão descentralizado, orientado pelo pensamento estratégico, não estão claras quais são suas metas para este evento.

Confirmando as suspeitas, tem uma enquete no site do MTUR perguntando Qual será o grande desafio do Turismo para a Copa 2014? e 64% das respostas apontam Oferecer serviços de qualidade.

Apenas o dinheiro e as políticas públicas não desenvolvem o turismo. O trabalho de pessoas capacitadas e competentes é o principal fator necessário. #FATO

  

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Taxas para ônibus de turistas


Algumas cidades do Brasil criaram a regulamentação e o pagamento de taxas para a circulação dos ônibus de turismo. O principal motivo da cobrança da taxa é evitar a super lotação dos destinos turísticos, que não suportam a demanda excessiva de carros e veículos pesados nos períodos de alta sazonalidade. Outro problema das cidades turísticas que lidam com o turismo de massa é o estacionamentos dos ônibus de turismo em lugares impróprios, que atrapalham o trânsito local.

Para Ruschmann (1997)¹ caracteriza o turismo de massa pelo grande volume de pessoas que viajam em grupos ou individualmente para os mesmos lugares, geralmente nas mesmas épocas do ano. Esse tipo de turismo acaba sendo considerado o grande responsável pelas  agressões dos espaços naturais, pois o excesso de turistas leva ao super-dimensionamento  dos equipamentos relacionados à superestrutura dos meios turísticos, que ocupam grandes  espaços, agridem paisagens e destroem ecossistemas. Os turistas deste tipo de turismo demonstram pouca preocupação com a preservação da natureza ou da cultura local.

Os recursos captados pelas taxas de turismo cobradas pelas secretarias de turismo poderão ser investidos na infraestrutura turística local e também podem custear as despesas causadas pelos turista, como por exemplo, a limpeza das praias.  Portanto, as taxas para ônibus é uma ação de monitoramento dos destinos gerando benefícios para atividade turística.

1 - RUSCHMANN, Doris. Turismo e planejamento sustentável. Campinas: Papirus,1997

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Guest Post - Atendimento Telefônico - Mario Linhares

Mario Linhares*

Site do Autor: www.marlinx.com.br

Atendimento Telefônico:

  
A maioria esmagadora das vendas de produtos turísticos é definida no primeiro contato do cliente com a agência. E este primeiro contato é feito, com frequência, pelo telefone. Ou seja, o atendimento telefônico é fundamental para se tornar um campeão de vendas no turismo.

Para prestar um atendimento telefônico de qualidade é importante observar algumas dicas fundamentais. Em primeiro lugar, adote uma saudação campeã de vendas.Toda a equipe deve se conscientizar da importância de utilizar uma saudação vendedora. Grandes empresas adotam este modelo e seu cliente espera isso do agente de viagens dele.

Adote um modelo padrão de saudação em sua empresa. O meu preferido é simples, direto e eficiente. Inclui três informações fundamentais: <nome da empresa>, <nome do vendedor>, bom/boa dia/tarde/noite. Simples assim: Turismo Viagens, Mario Linhares, bom dia.

Sua postura ao atender o telefone deve ser vibrante: você está feliz  por falar com seu cliente, a ligação dele foi o melhor fato do dia.  Demonstre isso. Sorria ao falar ao telefone: pode ter certeza que as pessoas à sua volta e seu interlocutor perceberão este pequeno detalhe e a conversa ficará naturalmente mais agradável.

Lembre-se que muitas vezes este é o primeiro contato que o cliente tem com a empresa e a mensagem subliminar transmitida deve ser de eficiência e excelência. Ele ligou para uma agência sólida, confiável e que vai realizar o sonho dele.

Muito importante: após atender o telefone espere dois ou três segundos  antes de fazer a saudação: muitas linhas telefônicas tem um retardo de  sinais, popularmente conhecido como delay, que inviabiliza a compreensão  das primeiras palavras de uma saudação. Além disso, esta pausa curta  ajuda o vendedor a se desligar de tudo a sua volta e focar no cliente, adotando ritmo e entonação ideais para o atendimento.

Mario Linhares
mariolinhares@marlinx.com.br

Fonte: LINHARES, Mario. O Campeão de Vendas de Turismo. Rio de Janeiro:
M2R Editora, 2011 (no prelo).

* Mario Linhares é sócio da Marlinx Soluções Empresariais
Profissional de turismo há mais de 20 anos, ocupou cargos executivos em empresas de referência no mercado. Com formação em marketing e larga experiência em técnicas de vendas e oratória, tem mais de 15 mil horas de apresentações públicas, workshops, treinamentos, oficinas e palestras motivacionais, inclusive em universidades e cursos técnicos.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Preço é o fator mais determinante para o consumo de produtos e serviços turísticos.



O preço é sem dúvida o fator mais importante para compra de produtos e serviços turísticos, principalmente em tempos de crise econômica.
Essa epidemia atinge quase todos os setores e sub-setores da indústria do turismo, porque não só as grandes redes e os operadores turísticos estão aplicando descontos para salvar ou diminuir suas contas financeiras, mas também as empresas que se especializam em serviços exclusivos.

Entretanto, as reduções globais nos preços podem afetar de maneira negativa a qualidade dos serviços oferecidos e danificar a imagem do setor turístico, reduzindo a satisfação do consumidor.
    

Tradução:
http://tradutor.babylon.com

Guest Post
Fonte: http://abcasesoresturisticos.com/turismo-abc/el-precio-como-factor-mas-determinante-del-consumo/

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Programas políticos – Alinhamento OMT e MTUR


Programas políticos - Alinhamento OMT e MTUR
Os programas da Organização Mundial do Turismo estão alinhados com o código de ética do turismo, tais diretrizes, serão comparadas nos programas do Ministério de Turismo. Na análise foi possível verificar que os programas do MTUR têm os mesmos objetivos que a OMT. Este fator é positivo para a atividade turística do Brasil, facilitando acesso a financiamentos e oferecendo credibilidade no mercado.

O estudo comparativo aconteceu no ano de 2010, foram listados os programas no site da Organização Mundial do Turismo - http://unwto.org/en e relacionados com os programas do Plano Nacional do Turismo 2007/2010.

PROGRAMAS DA OMT E PROGRAMAS DO MTUR

OMT- AJUDA AO DESENVOLVIMENTO
O Departamento de Ajuda ao Desenvolvimento é dedicado a servir as necessidades específicas dos Estados-Membros e apoiar os seus esforços para desenvolver e promover o turismo como um motor para o crescimento sócio-econômico e redução da pobreza através da criação de emprego.   
          
OMT - Melhora da Competitividade
Este programa reconhece que criar experiências e produtos de turismo contribui para os objetivos de desenvolvimento, como a redução e eliminação da pobreza. No entanto é preciso um quadro mais adequado e transparente de regulação para o desenvolvimento. Ainda é preciso ter o reconhecimento de padrões obrigatórios ou voluntários, para melhores práticas e requisitos mínimos. Assim, o desenvolvimento do turismo poderá estar ligado à realização e avaliação dos progressos em direção às metas sociais.
O programa também é concebido na perspectiva do consumidor, do lado da oferta. Ela exige, portanto, a participação de vários grupos a nível nacional e internacional, os agentes econômicos, a aplicação da lei e as forças de segurança, saúde e autoridades públicas e entidades privadas responsáveis pela definição normas.
     
MTUR - Planejamento e Gestão
Macroprograma que articula os diversos setores, públicos e privados, relacionados à atividade, no sentido de compartilhar e agilizar soluções, eliminar entraves burocráticos e facilitar a participação de todos os envolvidos no processo de crescimento do setor.

Verificamos que os programas da OMT têm o intuito geral dar suporte para o desenvolvimento do setor turístico, através integração dos atores do setor. Outro objetivo é oferecer apoio institucional, regulamentando a atividade e equilibrando o setor. O MTUR segue A linha como ator facilitador da atividade turística no Brasil. 
                                                                                                                       
OMT- DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Promover o desenvolvimento sustentável e gestão do turismo a nível mundial nos Estados-Membros, regiões e tipos específicos de destinos envolvendo os setores públicos e privados para a geração de benefícios sociais, econômicos e culturais para as comunidades de acolhimento contribuindo com os interesses de desenvolvimento global, para assegurar o fornecimento de produtos turísticos de qualidade e evitar ou reduzir os impactos negativos sobre o ambiente natural e sócio-cultural.

Para cumprir essa missão, o programa de trabalho baseia-se no Plano de Execução acordado na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (WSSD, Johannesburg, 2002), cumprindo os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, no âmbito do Código Mundial de Ética do Turismo e em colaboração com os outros organismos das Nações Unidas interessados e no âmbito das respectivas políticas internacionais e regionais e processos.

MTUR - Regionalização do Turismo
Macroprograma que define as regiões turísticas como estratégicas na organização do turismo para fins de planejamento e gestão.

Ministério do Turismo - Fomento à Iniciativa Privada
 Macroprograma que atua em duas vertentes consideradas de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável do setor: a promoção de investimentos nacionais e internacionais e o incentivo à oferta de instrumentos de crédito e financiamento.
  
Os programas do MTUR foram agrupados e vinculados com o programa do Desenvolvimento sustentável – OMT devido aos processos ambientais envolvidos. No programa de regionalização é gerada a identidade cultural, valoriza a cultura local e fortalece os laços de auto-subsistência. Quanto ao fomento da iniciativa privada, a estruturação do turismo depende de investimentos e financiamentos que desenvolvem as regiões acarretando na melhoria dos destinos e possivelmente na geração de renda e na qualidade de vida das pessoas e regiões.

OMT -  DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO
O Departamento de Educação e Formação da Organização Mundial do Turismo, a OMC é responsável pela definição das políticas para a Educação e Formação.                                                                                                                                   

MTUR - Infraestrutura Pública e Qualificação dos Equipamentos e Serviços Turísticos
Infraestrutura Pública:Macroprograma que visa a desenvolver o turismo provendo os municípios de infra-estrutura adequada para a expansão da atividade e a melhoria dos produtos e serviços ofertados.
Qualificação dos Equipamentos e Serviços Turísticos:Macroprograma que visa a promover a qualidade dos produtos turísticos no Brasil, sistematizando o conjunto de normas e incentivando a certificação e a qualificação referente à prestação de serviços e equipamentos turísticos.

A qualificação setor de turismo é imprescindível para a sua evolução, serviços e infra-estrutura adequada são vantagens competitivas. Assim, a iniciativa da OMT de vincular sua gestão de capacitação a organização mundial do comércio é muito interessante. O MTUR poderia seguir estes princípios e fazer parcerias para qualificar os profissionais do turismo.

OMT- DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICAS E CONTA SATÉLITE DO TURISMO
A missão global da OMT Departamento de Estatísticas e Conta Satélite do Turismo (TSA) é promover o desenvolvimento dos sistemas nacionais de Estatísticas do Turismo (STS), a comparabilidade internacional das estatísticas do turismo e da análise macroeconômica do turismo.

MTUR- Informações e Estudos Turísticos
Macroprograma que visa a estruturar os destinos na ótica da oferta e da demanda, avalia impactos socioeconômicos, culturais e ambientais da atividade e auxilia na tomada de decisões, criando condições para o fortalecimento da sustentabilidade do setor.
                                                                                                                               
A conta satélite segundo a OMT serve para medir o impacto efetivo do turismo nas economias mundiais, é indispensável para que governos definam políticas e estratégias para o setor. Sendo útil para que os governos, ministérios e departamentos nacionais de turismo alcançar benefícios ou lei que aprimorem o setor. Pode ser significativo o MTUR ter políticas sobre os sistemas de informação, futuramente pode servir de apoio para coleta, análise e divulgação de informações turísticas.
           
OMT - TENDÊNCIAS DE MERCADO
A inteligência de mercado e Departamento de Promoção tem por finalidade na inteligência de mercado identificar e analisar as tendências do mercado de turismo; desenvolver o turismo previsões de curto e longo prazo; desenvolver e difundir conhecimentos sobre segmentos específicos do mercado e os mercados de geração, em especial aqueles com tendências mais rápido crescimento. Na área da promoção turística tem o objetivo de desenvolver análise comparativa entre as administrações nacionais Turismo. Definir meios e estratégias para maximizar a eficácia e o retorno das atividades de promoção turística.

MTUR - Promoção e Apoio à Comercialização
Macroprograma que objetiva fomentar o mercado interno e externo, promovendo um número maior de produtos de qualidade e fortalecendo o segmento. Além disso, visa a aumentar o
fluxo de turistas no Brasil, realizando intensa promoção nos grandes mercados emissores nacionais e internacionais.
De maneira geral os programas apresentados sobre as tendências de mercados oferecem informações para empresas e órgãos oficiais do turismo planejar suas ações de mercado, elaborar promoção e comercialização dos produtos turísticos, utilizando dados legítimos. 

OMT - RISCO E GESTÃO DE CRISES
A missão principal do risco e da Seção de Gerenciamento de Crises da OMT é ajudar os membros para avaliar e mitigar risco, através do desenvolvimento, planejamento e implementação de sistemas de gestão de crises que irá reduzir o impacto, e ajudar na recuperação de crises.                                                                                                                                Projetos e serviços que incluem o fortalecimento da rede de comunicações na sede e com os membros e do sector privado, bem como, o apoio direto aos membros a identificar e mitigar global, bem como os riscos locais relacionados com viagens e turismo, capacitação, planejamento e implementação de sistemas de gestão de crise e de emergência.

O programa risco e gestão de crises da OMT pode prevenir inúmeras situações que denigrem o turismo mundial, tais como, informar e alertar sobre desastres, imagens negativas dos destinos, alarmar possíveis crises do setor turístico.  Seria importante ter um setor igual no Brasil, principalmente devido às epidemias locais que podem acontecer periodicamente tais como desastres ambientais, enchentes.
  

CIMEIRA – 2002. https://dspace.ist.utl.pt/bitstream/2295/323097/1/CMDS.pdf
 OMT. Organização Mundial do Turismo. Disponível em < http://www.unwto.org/index.php> Acesso em 15 de janeiro de 2010.
 MINISTÉRIO DO TURISMO – MTUR. Disponível em <HTTP://WWW.turismo.gov.br.> Acesso em: 01 de janeiro de 2010.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Cinco países mais visitados do mundo - 2011



Pesquisando sobre a imagem dos destinos, optou-se por sites oficiais de turismo, foram selecionados "05  países mais visitados do mundo" segundo a OMT¹.

Foi constatado que o ponto incomum entre os sites é a organização dos conteúdos. O marketing turístico também é muito intenso, como  por exemplo nos EUA, o site de New York  tem como ponto forte o slogan (Eu amo NY). 

No site da frança podemos verificar a segmentação do turismo, para se ter uma idéia existe 3.000 escritórios de turismo no país, assim podemos constatar que estar em rede e a regionalização são fatores fundamentais. 

No site da Itália as imagens são o foco, os destinos são apresentados de maneira convidativa e iressistível  as fotos são maravilhosas. Quanto a China foi verificado uma quantidade imensa de informações, estatísticas e políticas do turismo.

Visite as página:
  
1 France

 2 United States

 3 China TF

 4 Spain

 5 Italy

6 United Kingdom
7 Turkey
8 Germany
9 Malaysia
10 Mexico

 1- OMT - http://mkt.unwto.org/sites/all/files/docpdf/unwtohighlights11enhr.pdf

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Os Fundos de Turismo

Os Fundos do turismo são recursos dos governos que podem ser utilizados para a formulação de planos, ações e projetos de turismo de acordo com a política de cada financiamento. No Brasil existem fundos de turismo nacionais, estaduais e municipais. Outras fontes de financiamento são as fundações, bancos governamentais, instituições não governamentais que oferecem dinheiro para o desenvolvimento do turismo.



Apresentaremos a seguir alguns exemplos de instituições que oferecem recursos para desenvolver a atividade turística no Brasil:

FUNGETUR - Fundo Geral de Turismo - Nacional

Objetivo: desenvolver o turismo como uma atividade econômica sustentável, com papel relevante na geração de empregos e divisas, proporcionando a inclusão social.


O BNDES - disponibiliza linhas de apoio financeiro adequadas às empresas de todos os portes que atuam na área de comércio e serviços. O objetivo é fomentar, estruturar e acompanhar o desenvolvimento de projetos relativos ao setor, sempre visando ao aumento da produtividade e eficiência das empresas brasileiras.



FUTUR - FUNDO MUNICIPAL DE TURISMO
O Fundo Municipal de Turismo - FUTUR foi criado pela lei nº 11.198/92 art. 7º e tem como objetivo principal: captar recursos a serem aplicados na implementação do Plano Municipal de Turismo - PLATUM. O FUTUR é regido pelo COMTUR e suas operações são executadas pela SPTuris que, juntamente com o COMTUR, é responsável pela prestação de contas à Prefeitura do Município de São Paulo.


SEITEC - Santa Catarina - A Gerência de Políticas de Turismo, em cumprimento às políticas estruturantes constantes na atualização da Lei 13.792, vem através deste comunicar que as Instâncias de Governança de Turismo Regional deverão avaliar e recomendar os projetos que serão encaminhados para captação de recursos do FUNTURISMO da cota estadual.


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Tipos de Hospedagens no Brasil - SBClass - MTUR

O SBClass estabeleceu categorias específicas para cada tipo de hospedagem:

Os hotéis no Brasil devem atender uma série de requisitos para cada tipo de categoria. Os requisitos de comparação são: 

  • infraestrutura e serviços oferecidos;
  • ações de sustentabilidade executadas pelo meio de hospedagem.


Por exemplo, o número dos serviços oferecidos na categoria 1 - Estrela são 09 serviços, já na categoria hotel 5 - Estrelas  estão disponíveis para os clientes 39 serviços.



Categorias:

Hotel – de 1 a 5 estrelas
Hotel Fazenda – de 1 a 5 estrelas
Cama & Café – de 1 a 4 estrelas
Resort – de 4 e 5 estrelas
Hotel Histórico – de 3 a 5 estrelas
Pousada – de 1 a 5 estrelas
Flat/Apart-Hotel – de 3 a 5 estrelas


domingo, 9 de outubro de 2011

Revistas de Turismo - Publicação QUALIS

A publicação Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela fundação Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação.

A classificação de periódicos é realizada pelas áreas de avaliação e passa por um processo anual de atualização. Esses veículos são classificados como: A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C -  com peso zero.

Classificação realizada em fevereiro/2010:

Tourism and Hospitality Research     B1

Revista Turismo em Análise              B2

Turismo: Visão e Ação (Online)         B3

TURyDES (Málaga)                           B3

Fonte: http://qualis.capes.gov.br/webqualis/ConsultaPeriodicos.faces