sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Índice FIESP (Brasil) de competitividade das nações - 2013







A “competitividade é a capacidade de um país de criar condições para que as empresas e organizações nele instaladas produzam o maior bem-estar possível para seus cidadãos e para que o façam crescer ao longo do tempo em relação ao dos cidadãos de outros países” (FIESP, 2013).

Segundo a pesquisa da FIESP (2013), o ambiente de negócios no Brasil poderia ser melhor, mas as elevadas taxas de juros limitam o crédito. Além disso, a alta e crescente carga tributária diminuem o investimento da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF).

O FBCF denominado como um “indicador que mede o quanto as empresas aumentaram os seus bens de capital, ou seja, aqueles bens que servem para produzir outros bens. São basicamente máquinas, equipamentos e material de construção. Ele é importante porque indica se a capacidade de produção do país está crescendo e também se os empresários estão confiantes no futuro” (IPEA, 2004).

O investimento em pesquisa e desenvolvimento é outro setor do Brasil que necessita de melhorias, o apoio do governo e dos empresários brasileiros para essa área deve ser considerado de fundamental importância. Diante disso, podemos notar  as exportações brasileiras de bens de alta tecnologia e de serviços tecnológicos é muito baixa em relação aos países¹.

Por outro lado, houve o aumento recente dos investimentos em educação e reflete-se lentamente em melhores níveis de alfabetização e escolaridade (FIESP, 2013).


Por fim, setor de turismo no Brasil pode refletir sobre os dados da pesquisa FIESP (2013). Os investimentos dos hoteleiros e de todos os empresários do turismo do país devem estar voltados para inovação, para o desenvolvimento de serviços e produtos turísticos mais competitivos.





domingo, 17 de novembro de 2013

Bens Culturais de Natureza Imaterial - Iphan




O  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) coordenou estudos que gerou a edição do Decreto nº. 3.551, de 04/08/2000. Esse documento instituiu o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial, criou o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI)  e consolidou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INCR).

Conheça o Inventário Nacional de Referências Culturais:

Pará - PA
Ilha de Marajó
Círio de Nossa Senhora de Nazaré
Tacacá - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Farinha de Mandioca – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Cuias de Santarém – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Festividades de São Sebastião na Ilha de Marajó
Carimbó na Microrregião do Salgado Paraense

Tocantins - TO
Porto Nacional
Natividade

Acre - AC
Município de Xapuri

Pernambuco - PE
Comunidades Quilombolas de Pernambuco
Frevo
Feira de Caruaru

Bahia - BA
Rotas da Alforria: Trajetórias das Populações Afrodescendentes
Museu Aberto do Descobrimento
Cerâmica de Rio Real - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Festa de Santa Bárbara - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Ofício de Baiana de Acarajé - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Rio de Contas

Rio Grande do Norte - RN
Referências Culturais do Seridó Potiguar

Piauí - PI
Comunidades Quilombolas de 17 municípios do Piauí
Arte Santeira do Piauí

Maranhão - MA
Tambor de Criola
Alcântara
Bumba-Meu-Boi/MA – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Centro Histórico de São Luís

Mato Grosso do Sul - MS e no Mato Grosso - MT
Viola de Cocho - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Região do Erval Sul - Mato-Grossense
Região do Bolsão Sul - Mato-Grossense

Distrito Federal - DF
Feiras do Distrito Federal

Goiás - GO
Festa do Divino de Pirenópolis
Mapeamento da Caçada da Rainha 
Vila Boa de Goiás

Rio de Janeiro - RJ, no Espírito Santo - ES e em São Paulo - SP
Jongo - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular

Espírito Santo - ES
Ofícios de Paneleira de Goiabeiras
Comunidades Quilombolas do Norte do Espírito Santo

Minas Gerais - MG
Comunidades Atingidas pela Usina Hidrelétrica de Irapé – CEMIG
Cerâmica de Candeal – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Modo de Fazer Viola de 10 Cordas 
Comunidade São Francisco
Modo Artesanal de Fazer Queijo Minas
Mapeamento Documental do Estado de Minas Gerais
Linguagem dos Sinos nas Cidades Históricas Mineiras

Rio de Janeiro - RJ
Matrizes do Samba Carioca – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Saberes Tradicionais sobre Fitoterapia - Rede Fitovida / Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Terreiros de Candomblé do Estado do Rio de Janeiro
Festas Maranhenses do Divino Espírito Santo – Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Venerável Irmandade de São Benedito de Angra dos Reis

São Paulo - SP
Bairro do Bom Retiro

Paraná - PR
Município da Lapa

Santa Catarina - SC
Quilombo São Roque
Quilombo Invernada dos Negros
Base Luso-Açoreana no Litoral Catarinense
Sertão de Valongo

Rio Grande do Sul - RS
Mbyá-Guarani em São Miguel Arcanjo
Sítio Histórico de Porongos
Produção dos doces tradicionais pelotenses





quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Rio Grande do Sul - Enoturismo




As belas paisagens e a forte herança cultural são as principais características do Rio Grande so Sul. A região foi colonizada por italianos e alemães, história que pode ser observada na sua arquitetura, povo e economia.

Um das principais atividades da região é a produção de vinho que segundo o site da Secretaria de Turismo do Rio Grande  do Sul:  “O vinho surge em uma paisagem nobre, percorre vales cobertos por videiras, acompanhando a paisagem da serra gaúcha e frutifica das mãos dos descendentes de imigrantes italianos, que encontraram aqui um chão fértil e apropriado para a elaboração de vinhos de altíssima qualidade.”

O Rio Grande do Sul possui dezenas de vinícolas, para visita-las faça seu agendamento com antecedência. A experiência é inesquecível, na visita você conhece o processo de produção, as instalações e degusta diferentes tipos de vinhos.

Fonte: http://www.turismo.rs.gov.br

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Turismo e Gestão do Conhecimento

No mundo globalizado o conhecimento está se tornando o principal meio de produção. Desta forma, os setores que investirem em capital intelectual e conhecimento serão os mais bem sucedidos do mercado mundial.

Neste sentido, o setor turístico precisa de muitas mudanças na área de gestão para obter competitividade, uma estratégia para isso seria o uso da gestão do conhecimento. Para O´Leary (1998, p.34)¹, “gestão do conhecimento significa o gerenciamento formal do conhecimento para facilitar a criação, o acesso e a reutilização do conhecimento, geralmente com a utilização de tecnologia da informação”.

A aplicação da gestão do conhecimento no setor de o turismo possibilita que as empresas de turismo sejam mais rentáveis, eficientes e competitivas, atuando de maneira mais inteligente. (Cooper)²

Atualmente não existe muitas pesquisas sobre Gestão do Conhecimento e turismo, essa situação precisa ser modificada.

 No mercado de  hotéis a concorrência está aumentando, os clientes estão cada dia mais exigentes e solicitando as melhores ofertas, se possível com produtos e serviços ecologicamente corretos. Assim, para os administradores e empregados na hoteleira, torna-se uma questão de sobrevivência a compreensão de todos os elementos do negócio, tendências de mercados e mudanças nas preferências dos clientes, estes elementos podem ser catalisados pela gestão do conhecimento. (HALLIN E MANBURG, 2007)³. 

Fonte:
1 - O`LEARY, Z. The essential guide to doing research. Sage Publications: London, 1998.
3 - Hallin, C. A; Marnburg, E. Knowledge management in the hospitality industry: A review of empirical research. Revita - Tourism Management.  Disponível em: <http://cskku.khonkaenhospital.org/homework/ke/paper/knowledge%20management%20in%20the%20hospitality%20industry.pdf> Acesso em: 10/2013.



domingo, 15 de setembro de 2013

A problemática da qualidade na prestação de serviços turísticos no Brasil



Os principais serviços turísticos são executados pela hotelaria, agência de viagens e empresas de transportes. No entanto, existe uma variedade de outros serviços que estão interligados diretamente às questões turísticas.

Neste sentido, a qualidade dos serviços é um fator fundamental para o  desenvolvimento do turismo. A qualidade dos serviços conforme Kotler (1998), é relativo aos seguintes fatores: confiabilidade, capacidade de resposta, segurança, empatia, tangibilidade.

Dos fatores acima citados o único que necessita de maiores explicação é a tangibilidade, que de acordo com Kotler (1998), representa “a aparência das instalações físicas, equipamentos, funcionários e materiais de comunicação”.

Os especialistas, professores de universidade e consultores do Brasil discutem demasiadamente sobre ferramentas e metodologias para gerar qualidade nas empresas. Por outro lado, as reflexões e execução sobre capacitação turística fica em segundo plano.

A responsabilidade pela problemática da prestação de serviços turísticos no Brasil não é apenas das políticas públicas ineficazes do país,  ela também esta relacionada com a falta de interesse dos empresários do setor turístico, que não investem de maneira adequada no setor. 


                                         


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Investimento Privado no Turismo - Brasil





O conceito de turismo segundo a Organização Mundial do Turismo (2010), compreende as atividades de pessoas que viajam de e para ficar em lugares fora do seu ambiente habitual, por não mais de um ano consecutivo para lazer, negócios e outros fins.

Para que o desenvolvimento do setor turístico tenha um melhor desempenho o setor privado precisa contribuir mais e melhor. Segundo Trigo (1998, p.46) “Sem investimento privados não há desenvolvimento de longo prazo”.

Além disso, os projetos de desenvolvimento do turismo de âmbito regional e nacional não é apenas de responsabilidade do setor público,  como afirma Trigo (1998, p.35), “os empresários, o capital internacional, os profissionais da área e a sociedade civil em geral devem participar desses projetos para que o turismo se torne, cada vez mais, um setor dinâmico, lucrativo (...)”.

A pesquisa de Severino e Tomasulo (2012), demonstrou que o governo federal e o estadual foram os maiores financiadores dos projetos de turismo no estado de Santa Catarina. 

Os autores Rocha & Teixeira (1996), apresentam fortes evidências que o investimento público exerceu um papel substitutivo do investimento privado no período 1965 a 1990.

Desta forma, a necessidade de investimento no setor turístico é um fato. Os setores primordiais são: investimento de infraestrutura turística e pública, investimento na promoção dos destinos, na qualificação dos recursos humanos, investimento de ações para o desenvolvimento da sustentabilidade das cidades turística. O desenvolvimento do turismo também precisa ser patrocinado pelos empresários, que certamente usufruem dos benefícios que atividade turística produz.

Por fim, tão importante quanto à liberação dos recursos do governo para desenvolvimento do turismo é a aplicação de investimento privado.

Fonte:
OMT. Disponível em http://www.world-tourism.org. Acesso: 24/05/2010
ROCHA, C.H., TEIXEIRA, J.R. (1996) “Complementaridade Versus Substituição entre Investimento Público e Privado na Economia Brasileira: 1965-90”, Revista Brasileira de Economia, vol.50, nº 3, Julho/Set..
SEVERINO, S.; TOMASULO, S. Planos estratégicos municipais de turismo do Estado de Santa Catarina - roteiros turísticos  regionais: um estudo. Turismo em Análise, v. 23, n. 2, p. 408-436, 2012.
TRIGO. L. G. Turismo Básico. São Paulo: Editora Senac, 1998.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Atrativos Turísticos - BRASIL

Atrativos Turísticos em diversos estados do Brasil:

Belo Horizonte: Igreja São Francisco de Assis, Lagoa da Pampulha;

Brasília: Ponte JK, Santuário Dom Bosco;

Cuiabá: Basílica Sr. Bom Jesus, Museu Rondon;

Curitiba: Jardim Botânico de Curitiba; Ópera de Arame - Pedreira Paulo Leminski;

Fortaleza: Avenida Beira-mar, Mercado Central de Fortaleza;

Manaus: Encontro das Águas, Teatro Amazonas;

Natal: Praia de Ponta Negra, Forte dos Reis Magos;

Porto Alegre: Mercado Público Porto Alegre, Passeio de barco pelo Rio Guaíba;

Recife: Recife Antigo, Bairro de Boa Viagem;

Rio de Janeiro: Pão de Açúcar, Praia de Copacabana;

Salvador: Elevador Lacerda, Pelourinho;

São Paulo: Catedral; Mercado Municipal.

domingo, 11 de agosto de 2013

Curiosidade - Arcos da Lapa - Rio de Janeiro

Os Arcos da Lapa são antigos Aqueduto Carioca construídos no período colonial .Atualmente é um dos mais importantes atrativos turísticos da cidade do Rio de Janeiro.

Segundo o professor E.M.Silveira Sampaio no seu Blog¹ “O Aqueduto da Carioca foi construído em 1723 e tinha como objetivo levar as águas do rio Carioca até o Largo da Carioca”.

A obra “Arcos da Lapa” foi considerada monumental para o período colonial. “A imponente construção tem 17,6 metros de altura, 270 metros de extensão e 42 arcos em estilo romano²”.


Fonte:

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Tiradentes - Minas Gerais - Brasil

A pequena cidade Tiradentes está localizada no sul do estado de Minas Gerais, possui a população segundo IBGE (2010), de 6.961pessoas e sua área é de 83,047 km².

Tiradentes foi tombada como Patrimônio Histórico Nacional em 1938 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. Preservando não só seu conjunto arquitetônico como também áreas de seu entorno paisagístico, especialmente a imponente Serra de São José com agradáveis cachoeiras e vegetação remanescente da Mata Atlântica. (Site Oficial do Município)¹

Os atrativos turísticos estão divididos em três tipos: MONUMENTOS RELIGIOSOS, MONUMENTOS CIVIS e ROTEIRO ECOLÓGICO. O atrativo que merece destaque é a Estação Ferroviária - Maria Fumaça:

A Estação da Estrada de Ferro foi construída no ano de 1880, “em estilo característico da arquitetura da estrada de ferro, com lambrequins e telhas marselhesas, vindas da França. Ainda estão em funcionamento as locomotivas a vapor que datam do início do século XX. A locomotiva, hoje usada apenas para fins turísticos, corre São João del Rei e Tiradentes nos finais de semana e feriados.”  (Site Oficial do Município)¹

O turismo ferroviário é um segmento do turismo cultural que ocupa um espaço importante no mercado turístico nacional. A malha ferroviária é de 30 mil km, em 2013, o Brasil tem hoje 32 trens turísticos em operação, espalhados por 11 estados das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.(MTur) ²

Visite Tiradentes!

Fonte:

quinta-feira, 4 de julho de 2013

História da Hotelaria e Curiosidades

500 AC – surgimento de pensionatos e primeiros spas na Grécia.

Idade Média – Mosteiros e abadias – The Three Kings Inn – Hotel na Suíça

1100 – Primeiros Inns – Hospedarias.

1300 – Leis francesas exigem que o hotel seja responsável pelos pertences dos hóspedes, tendo os hotéis que pagarem por danos cometidos aos seus clientes.

1400 –  A lei francesa exige registro dos hóspedes.

1500 – Primeira avaliação dos hotéis e das  hospedarias – França.

1790 – Novos hotéis – Inglaterra, Europa, EUA. Final do século XVII – decorrentes da revolução industrial.

1870 – Surgimento de hotéis com banheiro privativos – Cézar Ritz.

1890 – Hotel Netherland – NYC – Apartamento dos hotéis com telefone.

1900 – Staler Hote – NY,  Hotéis com a oferta de serviços dentro do hotel.

1950 – Surgimento do mercado turístico e grandes complexos hoteleiros.

1970/1980 – Globalização da economia e da cultura.  Surgimento de novos meios de hospedagem: flats, pousadas, hotel executivo, lazer, Spas de saúde. Hotéis com mais de 1000 UHs (redes Marriot, Accor, Inter- Continental e Méridien)

Anos 90/2000 – Visão do hotel diferenciada, sendo considerado como um espaço que oferece serviços hoteleiros como: restaurante, cinema, academia, recreação, etc.


Fonte: Material didático – Carlos Alberto Barbosa Souza



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Zygmunt Bauman - Turistas - os heróis - da pós-modernidade.


Bauman (1998), diz que a projeção espacial sobre o tempo é o aspecto mais significativo da mentalidade moderna. O tempo progrediu do obsoleto para o atualizado. Um exemplo seria: Como pode alguém investir numa realização de vida inteira, se hoje os valores são obrigados a se desvalorizar e, amanhã, a dilatar? O mundo construído de objetos duráveis foi substituído por produtos projetados a se tornarem obsoletos num curto espaço de tempo.

O autor acima diz que o jogo pós-moderno é proibir o passado e o futuro, devemos relacionar-se apenas com o presente. Abolir o tempo em qualquer outra forma e viver o presente contínuo. Consequentemente, não existe o para frente ou para trás, apenas a   habilidade de se mover  e não ficar parado.

O eixo da vida na sociedade atual é não fixar a sua identidade. O turista é o melhor exemplo desse comportamento, dessa evitação. Eles que valem o que comem e são mestres supremos da arte de misturar os sólidos e desprender o fixo. Antes e acima de tudo, eles realizam a façanha de não pertencer ao lugar que podem estar visitando: é deles o milagre de estar dentro e fora do lugar ao mesmo tempo. O turista guarda a sua distância, e veda a distância de se reduzir à proximidade (BAUMAN, 1998).

Segundo Bauman (1998, 114) “O nome do jogo é mobilidade: a pessoa deve poder mudar quando as necessidades impelem, ou os sonhos o solicitam. A essa aptidão os turistas dão o nome de liberdade, autonomia ou independência (...)”.

Por fim, apesar do livro de Bauman ser intitulado O Mal-Estar da Pós-Modernidade, sendo uma crítica negativa do que a modernidade líquida está causando na sociedade. Foi muito interessante a comparação entre turista e identidade pessoal. Muitos autores do turismo questionam a interferência do turista na identidade da comunidade local visitada, porém não abordam a questão da flexibilidade da identidade do turista.

Fonte:
Zygmunt Bauman. O Mal-Estar da Pós-Modernidade - 1998.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Viajar com animais de estimação


Para viajar com animais de estimação são exigidas inúmeras regras. Antes de viajar verifique as condições impostas pelas empresas aéreas, hotéis e empresas de transportes terrestres.

Os animais domésticos podem ser transportados em aviões, na cabine de passageiros. Vejamos o que solicita uma empresa aérea nacional de grande porte:


  • Peso do animal até 10 kg;
  • Consultar a central de atendimento a respeito da disponibilidade de lugares até 24 horas antes do vôo;
  • Comparecer ao vôo reservado com duas horas de antecedência;
  • O animal deve ser acomodado em um kennel, com inúmeras especificações da empresa;
  • Certificado de vacinação anti-rábica.


A hospedagem para quem tem animal de estimação é mais complexa. A maioria dos hotéis não aceita animais de estimação. No entanto, já existem alguns hotéis que permitem, desde que os animais sejam de pequeno porte. Outros oferecem o serviço de canil, mas não permitem que eles fiquem no quarto. A circulação dos animais é o que mais interfere na estadia, alguns hóspedes não gostam da convivência.

De acordo com o Ministério da Agricultura:
 “Para o transporte interno de cães e gatos, é necessário apenas o atestado de saúde assinado por veterinário habilitado, que deve atentar para a assiduidade da vacinação antirrábica. A acomodação dos animais de companhia em viagens aéreas, terrestres ou marítimas é definida pela empresa responsável pelo transporte. As exigências variam e o animal pode viajar em qualquer compartimento, desde que o seu peso e a gaiola sejam compatíveis com o ambiente e as exigências da empresa transportadora.” ¹
   
Fonte:

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Turismo - Angra dos Reis - RJ


Angra dos Reis está localizada na belíssima região turística Costa Verde, 168 quilômetros do Rio de Janeiro. A paisagem possui mais de duas mil praias e ilhas encantadoras.

A cidade de Angra dos Reis é um paraíso com 365 ilhas, sua área é de 825,09 km2 e a população 169.270 habitantes (IBGE - 2010). 
           
As belezas naturais são os principais atrativos da região, são várias opções: cavernas, grutas e furnas, ilhas, montanhas, trilhas, quedas d´água, unidades de conservação.

Fonte:
http://www.angra.rj.gov.br/

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Guest Post - DEIXE UM TURISMÓLOGO SURPREENDER SUA EMPRESA OU COMUNIDADE


Nestas últimas décadas, inúmeros cursos superiores de graduação ganharam espaço no mercado, determinando itens específicos, que podem ser estudados por especialistas em sua área de atuação. O Turismólogo é uma destas profissões que surgiram para dar estrutura teórica a problemas e soluções relacionados diretamente ao turismo e/ou turista.

O curso de graduação de um Turismólogo para pessoas leigas ou pouco informadas sobre o assunto é uma espécie de educador de agente de viagens, recepcionista ou dono de alguma empresa do turismo. Pelo contrário, quando os futuros Turismólogos ingressam no curso, as inúmeras possibilidades começam a surgir dentro de um mercado que é difícil de mensurar o tamanho das oportunidades que o turismo mundial apresenta.

Um profissional do turismo desenvolve a capacidade de entender e estudar, a realidade turística, que poderá ser ela dentro de uma empresa ou atuando no desenvolvimento da comunidade turística. Ambos os setores tem espaço para um Turismólogo, as suas atuações vão diferenciar, por que o turismo envolve administração, recursos humanos operacionais, economia e filosofia humana, e ao mesmo tempo se torna um produto intangível, que atingi diretamente a experiência vivenciada por seus relacionados.

Um Turismólogo consegue traduzir um planejamento de itens como, demanda de mercado, qualidade do produto, inventário turístico, análise SWOT, em resultados econômicos e satisfação á curto prazo, e um crescimento á longo prazo. Trazendo o sucesso absoluto para o conjunto de composições turísticas, beneficiando diretamente o fluxo econômico do turismo.

Contratar um profissional do turismo para sua empresa ou comunidade, é ultrapassar a barreira da administração, é trazer os benefícios para o seu cliente turístico, é fazer a comunidade crescer com o turismo como fonte gerado de PIB local, é trazer renda e oportunidade ligadas a ele.

O turismo pode ser muito profissional se for respeitado por seus empresários e gestores, como é respeitado pelos acadêmicos do curso.

Henrique Alves da Silva - Turismólogo
Gestor de projetos da empresa CONSULTURISMO

sábado, 20 de abril de 2013

Turismo da terceira idade



Segundo Carla Lobato (2013)¹, a terceira idade era de 13 milhões de pessoas no ano 2000, isso correspondia a 7,8% da população total do Brasil. Nessa época, a expectativa de vida era de 68,6 anos. Nos próximos 50 anos, estima-se que a população idosa será de 58 milhões, o que corresponderá a 23,6% da população total.

Uma pesquisa denominada “Os tempos da viagem para os idosos” ², descreve que temos uma  nova configuração da velhice,  este grupo etário vem se organizando, de modo a manter uma rede de apoio social durante o processo de envelhecimento, buscando verdadeiros espaços de hospitalidade.”

A pesquisa “Hábitos de Turismo na Terceira Idade” realizada pelo Programa de Administração de Varejo, da Fundação Instituto de Administração, publicada no jornal Gazeta do Povo³ revelou que 32,9% das pessoas acima de 60 anos viajam de duas a três vezes por ano, e 46,7% permanecem menos de sete dias no destino escolhido.

Vejamos alguns resultados da pesquisa²  acima citada, no sentido de identificar hábitos de viagens dos idosos:
  •   Os entrevistados já gostavam e tinham o hábito de viajar;
  • Preferência por realização de viagens habitualmente chamadas por eles de “excursão”;
  • Necessidade de transferir a responsabilidade da organização da viagem;
  • Não demonstraram muita preocupação com o nível dos hotéis;
  • Relatam a viagem como viagem como compensatória no sentido de ser fonte de aprendizado e conhecimento.
Fonte:

sexta-feira, 1 de março de 2013

Promoção Turística

A qualidade da atividade turística depende do planejamento turístico. Após a elaboração do plano turístico com a participação da comunidade local, a realização da promoção e divulgação turística é o próximo estágio, essa estratégia é fundamental pois interfere diretamente na decisão do turista. A propaganda do destino turístico deve apresentar a identidade local e seus melhoras atrativos.

O Ministério do Turismo sugere que: “A promoção do turismo brasileiro deve ter como conceitos estratégicos a consolidação da imagem do País e a diversificação dos produtos turísticos, tanto para o mercado interno quanto para o mercado externo. Deve ter como essência a realização de experiências positivas de conhecimento, integração e valorização das riquezas culturais e naturais do País para a difusão e a promoção de um turismo seguro, qualificado, diversificado e sustentável.”

O que os turistas querem vivenciar quando viajam é a identidade de cada cidade visitada. Queremos descobrir o que aquele destino tem de extraordinário que não poderemos encontrar em nenhum outro lugar no mundo.  Então para uma campanha promocional de turismo de sucesso essa I D E N T I D A D E precisa estar explícita.

Promoção turística relevantes:

Bahia
http://www.youtube.com/user/turismobahia

Dubai
http://www.youtube.com/watch?v=iMeV-hzFCKw




quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Turismólogo - LEI 12.591/2012



Reconhece a profissão de Turismólogo e disciplina o seu exercício. 


A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1o  (VETADO). 
Art. 2o  Consideram-se atividades do Turismólogo: 
I - planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e estabelecimentos ligados ao turismo; 
II - coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de interesse turístico, visando ao adequado aproveitamento dos recursos naturais e culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica; 
III - atuar como responsável técnico em empreendimentos que tenham o turismo e o lazer como seu objetivo social ou estatutário; 
IV - diagnosticar as potencialidades e as deficiências para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação; 
V - formular e implantar prognósticos e proposições para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação; 
VI - criar e implantar roteiros e rotas turísticas; 
VII - desenvolver e comercializar novos produtos turísticos; 
VIII - analisar estudos relativos a levantamentos socioeconômicos e culturais, na área de turismo ou em outras áreas que tenham influência sobre as atividades e serviços de turismo; 
IX - pesquisar, sistematizar, atualizar e divulgar informações sobre a demanda turística; 
X - coordenar, orientar e elaborar planos e projetos de marketing turístico; 
XI - identificar, desenvolver e operacionalizar formas de divulgação dos produtos turísticos existentes; 
XII - formular programas e projetos que viabilizem a permanência de turistas nos centros receptivos; 
XIII - organizar eventos de âmbito público e privado, em diferentes escalas e tipologias; 
XIV - planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas turísticas de todas as esferas, em conjunto com outros profissionais afins, como agências de viagens e turismo, transportadoras e terminais turísticos, organizadoras de eventos, serviços de animação, parques temáticos, hotelaria e demais empreendimentos do setor;  
XV - planejar, organizar e aplicar programas de qualidade dos produtos e empreendimentos turísticos, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes; 
XVI - emitir laudos e pareceres técnicos referentes à capacitação ou não de locais e estabelecimentos voltados ao atendimento do turismo receptivo, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes; 
XVII - lecionar em estabelecimentos de ensino técnico ou superior; 
XVIII - coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico. 
Art. 3o  (VETADO). 
Art. 4o  (VETADO). 
Art. 5o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Brasília,  18  de janeiro de 2012; 191o da Independência e 124o da República. 

DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Paulo Roberto dos Santos Pinto
Gastão Vieira
Luís Inácio Lucena Adams

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Destinos turísticos do Ceará


O Estado do Ceará está localizado na região Nordeste do Brasil. Os limites são o Norte - Oceano atlântico; Sul - Pernambuco; Leste - Rio Grande do Norte e Paraíba; Oeste - Piauí. O estado possui praias com a temperatura média de 27ºC, garantindo diversão para o turismo em todas as estações dos anos¹.

As cidades do Ceará mais desenvolvidas para a prática da atividade turísticas são: Fortaleza, Canoa Quebrada e Jericoacoara. Na cidade de Fortaleza você encontra uma das redes hoteleiras mais modernas do país.  A gastronomia e o artesanato são os destaques de Canoa quebrada. O destino turístico Jericoacoara é uma Área de Proteção Ambiental, com paisagem paradisíaca¹.

Atrativos turísticos do Ceará:

Fortaleza: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
“São 30 mil metros quadrados de área para vivenciar a arte e a cultura, com atrações como o Memorial da Cultura Cearense, o Museu de Arte Contemporânea, o Teatro Dragão do Mar, as salas de cinema do Cine Dragão do Mar, o Anfiteatro Sérgio Mota, um Auditório e o Planetário Rubens de Azevedo.” 

Canoa Quebrada: Passeio nas Dunas
“As dunas, falésias, mar e sol brilhantes o ano todo, fontes de energia e inspiração, tornando-se assim um paraíso para quem quiser se deixar conquistar por essa sedução.”

Jericoacoara: Caminhada à Pedra Furada
A Pedra Furada é uma formação rochosa encravada na Praia de Jericoacoara.  No mês de julho da pra ver o sol se por pelo buraco da pedra. É preciso fazer uma caminhada de aproximadamente 40 minutos para chegar até a pedra. 

Fonte:

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Turismo Receptivo


O Turismo Receptivo compreende-se todo o conjunto de serviços de apoio e assistência destinados à recepção de pessoas provenientes de outras regiões do país ou do exterior¹.  As empresas fundamentais para desenvolver o turismo receptivo são as agências de viagens e as transportadoras turísticas.

Na Lei Geral do Turismo - O Decreto nº 7.381, regulamenta a Lei no 11.771, de 17 de setembro de 2008, as agências de viagens e as transportadoras turísticas são consideradas prestadoras de serviços turísticos e conceituadas como:

Agência de Viagens: Pessoa jurídica que exerce a atividade econômica de intermediação remunerada entre fornecedores e consumidores de serviços turísticos ou os fornece diretamente. São considerados serviços de operação de viagens, excursões e passeios turísticos, a organização, contratação e execução de programas, roteiros, itinerários, bem como recepção, transferência e a assistência ao turista².

Transportadoras Turísticas: As transportadoras turísticas são empresas que tenham por objeto social a prestação de serviços de transporte turístico de superfície. Elas podem ser caracterizada pelo deslocamento de pessoas em veículos e embarcações por vias terrestres e aquáticas, compreendendo as seguintes modalidades:
 I - pacote de viagem; 
II - passeio local; 
III – traslado
IV - especial: ajustado diretamente por entidades civis associativas².

Fonte:
1-     http://migre.me/d8wVp






quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Centro Histórico de São Paulo


A cidade de São Paulo foi escolhida pelos colonizadores Jesuítas por duas razões, a localização geográfica que era o centro natural do sistema hidrográfico da região e por ser o ponto intermediário entre planalto e litoral (São Paulo e Santos) onde eram feitas negociações econômicas¹.

Atualmente a cidade de São Paulo é a terceira maior metrópole do mundo, possui uma população com mais de 10,5 milhões de pessoas em um território de 1.530 km². O turismo de negócios é destaque em São Paulo,  a cidade realiza a maior quantidade de eventos da América Latina, 1 evento a cada seis segundos².

 O site http://www.cidadedesaopaulo.com divulga  as atividades turísticas de SP: teatros, roteiros turísticos, festas, shows.³

O Centro Histórico de São Paulo:

“Caminhar pelo centro é ver a história da cidade ser contada por suas construções, manifestações concretas das transformações pelas quais passou uma vila que em 1872 tinha pouco mais de 30 mil habitantes e era restrita ao Triângulo Histórico (cujos vértices são o Mosteiro de São Bento, a Igreja de São Francisco e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo) até se converter na atual metrópole com cerca de 12 milhões de habitantes.”

ROTEIROS TEMÁTICOS - Fazem parte do roteiro de Arquitetura:

Mosteiro de São Bento | Edifício Martinelli | Edifício Altino Arantes | Banco de São Paulo | Centro Cultural Banco do Brasil | Edifício Triângulo | Edifício Guinle | Caixa Cultural | Pateo do Collegio | Tribunal de Justiça | Secretaria de Justiça | Solar da Marquesa de Santos | Igreja da Ordem Terceira do Carmo | Palácio da Justiça | Catedral da Sé | Escola de Comércio Álvares Penteado | Faculdade de Direito | Conjunto Franciscano | Edifício Barão de Iguape | Igreja de Santo Antônio | Pórtico da Praça do Patriarca | Edifício Sampaio Moreira | Edifício Matarazzo | Edifício Alexandre Mackenzie | Theatro Municipal


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Qualis - Revistas de Turismo


Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES para a estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação.

A classificação de periódicos é realizada pelas áreas de avaliação e passa por processo anual de atualização. Esses veículos são enquadrados em estratos indicativos da qualidade - A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C - com peso zero.

Classificação realizada em fevereiro/2010:


Tourism and Hospitality Research     B1

Revista Turismo em Análise              B2

Turismo: Visão e Ação (Online)         B3

TURYDES (Málaga)                          B3


Fonte: Capes - 2011